Profissionais Autônomos precisam declarar Imposto de Renda?

Profissionais autônomos precisam declarar imposto de renda? Freelancing oferece muita liberdade, mas também uma responsabilidade muito grande. Isso é verdadeiro quando chega a hora de declarar o imposto de renda. Se você ganhar R$ 400 de um único empregador, deverá incluir essa renda em sua declaração anual de impostos.

Contratar um contador pode ajudar sua empresa a economizar centenas de reais. Entender para quais deduções fiscais você se qualifica é a chave para economizar dinheiro e evitar problemas fiscais.

Administrar seu próprio negócio traz muita liberdade. É bom definir seu próprio horário. Ser seu próprio patrão. Selecionar seus próprios clientes e decidir quais projetos deseja seguir ou repassar. Na verdade, cerca de 57 milhões de pessoas realizam trabalho freelance. Seja como uma situação de curto prazo, trabalho paralelo ou plano de carreira de longo prazo.

No entanto, isso vem com sua cota de desafios. Desde negociar um preço justo para seu trabalho até se preocupar com a origem de seu próximo emprego, e até mesmo se ele virá.

Uma área em que muitos trabalhadores não pensam muito é no pagamento de impostos. Os novos freelancers, em especial aqueles que tiveram empregos tradicionais em uma empresa, estão acostumados com o empregador fazendo deduções em seus salários. No entanto, os autônomos são responsáveis ​​por cumprir suas obrigações fiscais e descobrir o que devem e quando devem pagar por conta própria.

Essas dicas de especialistas em impostos ajudarão você a se preparar para a temporada de impostos.

TRABALHADORES AUTÔNOMOS PRECISAM DECLARAR IMPOSTOS DE RENDA? ENTENDA O BÁSICO SOBRE O ASSUNTO

Como freelancer, você pode ter habilidades refinadas em seu setor, mas isso não significa que saiba tudo sobre a Receita Federal. Portanto, vamos começar revisando alguns princípios básicos de impostos relacionados.

Todos os donos de empresas, sejam eles freelancers ou grandes CEOs, precisam ter um conhecimento básico de contas e impostos para que possam fazer seu dinheiro trabalhar para eles.

Se você ganha R$ 400 ou mais de qualquer empregador, a Receita Federal exige que você declare este ganho. Como empresário, você deve contar esses impostos por conta própria. Então, os autônomos precisam declarar Imposto de Renda, veja a importância com um contador.

QUANDO OS PROFISSIONAIS AUTÔNOMOS DEVE DECLARAR SEUS IMPOSTOS?

Pessoas que esperam dever R$ 1.000 ou mais em impostos são obrigados a pagar impostos estimados a cada três meses, porque a renda não é retida pelos empregadores ao longo do ano.

Além disso, eles podem ter que pagar impostos de renda estaduais, bem como impostos locais.

CONHEÇA A ESTRUTURA DO SEU NEGÓCIO

Que tipo de estrutura é o seu negócio? A estrutura jurídica de seu negócio não afeta apenas seus bens pessoais, mas determina quanto você deve em impostos. Os freelancers geralmente apresentam impostos como proprietários individuais.

O proprietário único é uma ótima opção, mas seus bens pessoais podem estar em perigo se você for processado.

CONSIDERE A CONTRATAÇÃO DE UM CONTADOR

Um contador que entende melhor sobre os impostos autônomos pode ser seu melhor amigo na hora do imposto de renda. Se a sua renda e o status do pedido não mudam muito de ano para ano, você pode ser capaz de pagar seus próprios impostos, mas a situação financeira da maioria das pessoas muda com frequência. À medida que sua declaração de impostos fica mais complicada, você pode precisar de ajuda.

Preencher seus próprios impostos significa manter o controle de todos os seus recibos e declarações e entender o que tudo isso significa.

Todas as transações são importantes, e se suas finanças estão uma bagunça, então é melhor você pagar alguém para resolver isso para você.

Além disso, a Receita Federal atualiza sempre suas leis fiscais. Você pode precisar de ajuda para entender como essas mudanças afetam você.

PENSEM COMO AUTÔNOMOS

Os profissionais da área aconselham os trabalhadores a dedicar algum tempo a cada dia para coletar informações sobre os impostos. O que inclui a atualização de receitas e despesas à medida que chegam. Quando você mantém o controle de suas finanças, seus registros são mais precisos.

Muitos trabalhadores podem usar vários aplicativos de contas para fazer tudo, desde rastrear despesas até digitalizar recibos.

Por fim, acho que a maior coisa a entender é que, embora sejam autônomos – o que tende a ter a conotação de que é apenas um trabalho paralelo – para a Receita Federal, ainda é um negócio, então manter registros precisos e detalhados é importante.

Benefícios em Declarar o Imposto de Renda

Se você ganha qualquer tipo de renda, está sujeito ao pagamento do imposto de renda de acordo com a Lei. Assim que o imposto for pago, você também deverá apresentar declarações fiscais para o mesmo. Se você deixar de pagar o imposto de renda em dia ou não apresentar declarações de imposto de renda, é obrigado a pagar a multa. Em alguns casos, também pode resultar em processo judicial. Se você está se perguntando o porquê deve declarar o imposto de renda, aqui estão alguns benefícios do Imposto de Renda que você deve conhecer:

1. CONSTRUÇÃO DA NAÇÃO

Os impostos são uma das principais fontes de receita para o governo. No entanto, o governo gasta o dinheiro arrecadado em defesa, saúde, educação e no lançamento de vários esquemas para as massas.

2. BENEFÍCIOS NO PROCESSAMENTO DE EMPRÉSTIMO

Além de ajudar a nação, também existem vários benefícios pessoais decorrentes da declaração de imposto de renda. Por exemplo, se você deseja solicitar um empréstimo, como um empréstimo pessoal, deverá apresentar comprovante de renda, como declaração de imposto de renda. Por outro lado, na maioria dos casos, o credor exigirá que você apresente a declaração de imposto de renda de pelo menos três anos.

O preenchimento do imposto de renda ajudará as pessoas a solicitar o empréstimo de um veículo (veículo de duas ou quatro rodas). Todos os grandes bancos podem solicitar uma cópia das declarações fiscais.

Por fim, além disso, mostrar uma cópia dos recibos do imposto de renda também é útil quando o seu pedido de empréstimo for rejeitado. Ou se você não estiver obtendo o valor do empréstimo que deseja. Mesmo ao solicitar um empréstimo habitacional, muitos bancos pedem recibos do imposto de renda.

3. PROVA DE ENDEREÇO

Outro benefício importante do imposto de renda é que os autos de infração funcionam como comprovante de endereço. Portanto, existem vários documentos, como passaporte, pedido de visto, licença, etc. para os quais você deve apresentar comprovantes de endereço. Seus documentos de imposto de renda são ​​nesses casos.

Se você estiver viajando para o exterior, os consulados estrangeiros pedem que você forneça o recibo do imposto de renda dos últimos dois anos na hora da entrevista para o visto. Por outro lado, algumas embaixadas podem solicitar recibos dos três anos anteriores, enquanto outras podem solicitar o recibo mais recente.

Isso é especialmente verdadeiro se você planeja viajar para os EUA, Reino Unido, Canadá ou Europa, não tão rigoroso para o Sudeste Asiático ou Oriente Médio.

Por outro lado, a produção de recibos do imposto de renda mostra que se tem alguma fonte de renda no país de origem, fortalecendo assim a sua tese de quem não vai deixar o país para sempre, mas vai voltar.

Então, ao viajar para países estrangeiros, seja em uma viagem de negócios ou lazer, os especialistas sugerem que você sempre leve consigo comprovantes de renda – comprovante de salário e recibos do imposto de renda. Os consulados especificam esses requisitos na maioria dos casos.

Você precisa preservar os recibos do imposto de renda com cuidado, pois eles são uma prova muito importante de sua receita e de pagamento de seus impostos. Ele contém os detalhes de sua receita total e detalhes de sua receita de outras fontes.

4. RECLAMAR DEDUÇÕES FISCAIS

Um dos maiores benefícios da declaração de imposto de renda é reivindicar deduções fiscais. Existem várias maneiras de reduzir sua responsabilidade tributária geral. Por outro lado, se você fez esses investimentos para economizar impostos, mas pagou mais imposto de renda, pode solicitar o reembolso do mesmo preenchendo a declaração de impostos.

5. BENEFÍCIOS EM INVESTIMENTOS DE ALTO VALOR

Então, investimentos de alto valor, como a compra de um imóvel, são reportados. Quando você paga impostos e apresenta declarações, essas transações podem ser relatadas e comprovadas de acordo com sua renda.

6. EVITE MULTAS

O imposto de renda é obrigatório. Ao não declarar, o fiscal tem o direito de impor uma multa de até R$ 5,000. Além disso, há também processos judiciais envolvidos nas penalidades.

Por fim, como você pode ver, há vários benefícios em apresentar uma declaração de imposto de renda e pagar o imposto de renda. Desempenhe seu papel na construção da nação e experimente todos os outros benefícios listados acima, entendendo suas obrigações fiscais e pagando-as em dia. Peça ajuda a um contador se tiver dificuldade.

Os Maiores Mitos Sobre o Imposto de Renda

Nem tudo que você lê sobre impostos é verdade. Existem algumas coisas em que você pode acreditar sobre impostos que são completamente falsas. Muitos rumores e mitos sobre impostos de renda no Brasil e há um bom motivo para isso. Muitos estados nem sempre são bons em permitir que os donos de empresas saibam como se manter em conformidade.

Hoje quero dissipar alguns dos mitos sobre Imposto de Renda mais comuns que ouvimos e desvendar um pouco do mistério dessa tarefa que muitas pessoas enfrentam.

MITO 1: NÃO PRECISO DECLARAR IMPOSTO DE RENDA PORQUE SÓ VENDO ONLINE

A verdade é que qualquer venda de bens tributáveis, seja online, em uma loja física ou em uma feira de artesanato, é tributável. Sempre há exceções, é claro, mas por uma questão de imposto sobre vendas, as vendas pela Internet seguem as mesmas regras das vendas presenciais.

MITO 2: DEVO DECLARAR IMPOSTO SOBRE TODOS OS ÍTENS QUE VENDO

A maioria dos “bens pessoais tangíveis” é tributável, mas a palavra-chave é “a maioria”. Em alguns estados, itens considerados de primeira necessidade – como mantimentos, roupas, remédios ou livros didáticos – não são tributáveis. Em outros estados, esses itens são tributados a uma alíquota inferior diferente.

Cada estado decide o que é e o que não é tributável. Se você tiver dúvidas sobre se o que você está vendendo é tributável ou não, entre em contato com nossa contabilidade para auxiliar você.

OS MAIORES MITOS 3: PAGUEI IMPOSTO SOBRE UM ITEM, ENTÃO NÃO DEVO DECLARAR SE EU REVENDE-LO

Se você vende um item tributável no varejo, é obrigado a coletar o imposto sobre vendas, mesmo que tenha pago imposto sobre vendas quando comprou o item. Muitas vezes ajuda pensar no imposto sobre vendas como um imposto sobre a transação, em vez de um imposto sobre o item real.

Felizmente, existem maneiras de contornar o pagamento de impostos sobre vendas de itens que você pretende revender. Se você tiver uma licença de vendedor (necessária para coletar o imposto sobre vendas), geralmente pode comprar itens sem impostos no varejo usando um certificado de revenda.

OS MAIORES MITOS 4: NÃO PRECISO DECLARAR IMPOSTO DE RENDA TODOS OS ANOS

Esse mito pode custar-lhe dinheiro. Sempre preencha uma declaração de imposto sobre vendas quando chegar a data de vencimento, mesmo que você não tenha recolhido um centavo no ano.

Alguns acreditam que estudantes e aposentados não precisam declarar impostos, geralmente porque a renda desses grupos tende a ser muito baixa. Mas as pessoas de baixa renda não estão isentas de depósito, embora haja alguns casos em que você possa estar. Se você ganha abaixo de um determinado limite ou atinge uma faixa etária específica, pode se qualificar para obter ajuda gratuita de impostos.

A menos que a Receita Federal indique o contrário, quase todos são obrigados a apresentar uma declaração de imposto de renda. Se você não tiver certeza, a Receita Federal pode ajudá-lo a determinar se você precisa declarar impostos ou não. Você precisará saber o status do seu pedido, o imposto de renda federal retido e algumas informações básicas para ajudar a determinar sua renda bruta.

O aplicativo da Receita Federal pode ajudar a simplificar a matemática para determinar isso. Dito isso, se você acha que pagou impostos a mais, a única maneira de obter uma restituição de imposto é apresentando uma declaração de imposto.

MITO 5: SUA RENDA SECUNDÁRIA É ISENTA DE IMPOSTOS

Se você ganha dinheiro com seu trabalho paralelo, você precisará informar isso em seus impostos. O governo precisa saber quanto dinheiro você levou para casa no ano passado por meio de cada fluxo de receita que possui, incluindo transações em dinheiro.

A renda gerada por você pode tanto ajudar quanto prejudicar seus impostos. Você pode gastar mais tempo declarando seus impostos e pode até mesmo acabar pagando imposto de trabalho autônomo, mas existem alguns créditos e deduções para os quais você poderia se qualificar.

Os autônomos podem deduzir algumas das despesas de sua casa ou veículo se forem usados ​​para negócios. Você também pode reivindicar despesas educacionais e custos de seguro saúde se seu trabalho diurno não cobrir esses custos para você.

Qual documentação levar ao seu Contador para o Imposto de Renda?

Qual documentação deve separar para o Imposto de Renda? Seu contador pode te ajudar com o imposto de renda? Mais uma vez, é hora de se perguntar: devo pagar meus próprios impostos ou contratar um contador?  Como a situação financeira da maioria das pessoas muda a cada ano, vale a pena perguntar outra vez. Apresentar uma declaração de imposto de renda pode ser uma das questões mais complicadas com que você precisa lidar todos os anos. Em especial se você trabalha por conta própria ou possui seu próprio pequeno negócio. Códigos complexos e regras diferentes para várias situações podem tornar seus impostos um processo bastante difícil.

Então, contratar um contador para ajudá-lo com seus impostos pode poupar muito estresse. Veja a documentação para o Imposto de Renda, aqui está uma lista dos itens básicos que você deve fornecer ao seu contador. Embora ele possa solicitar outros documentos específicos de que você precisa.

O QUE SEU CONTADOR FAZ?

Os contadores fiscais têm duas funções principais – preparar declarações de impostos e tributárias.

Quer o contador seja autônomo ou trabalhe para uma empresa. Ele se especializou em auxiliar os clientes no preparo da declaração de imposto de renda. Por outro lado, eles se reúnem com os clientes para reunir a documentação necessária. Estas incluem comprovantes de investimentos e outros documentos financeiros. Para registrar essas declarações, o contador precisa conhecer as leis tributárias. Eles calculam quanto imposto é devido observando as deduções e créditos fiscais de um cliente.

Por fim, os contadores que fazem planejamento tributário costumam trabalhar com empresas maiores que atuam no exterior. O objetivo deles é desenvolver uma estratégia para que as empresas evitem prejuízos fiscais e diminuam o imposto de renda. Contadores internos e externos são contratados por essas empresas para desenvolver planos de longo prazo para economizar dinheiro ao longo do tempo.

1. INFORMAÇÃO DE IDENTIFICAÇÃO

Para preparar seus impostos, um contador precisa de certos detalhes de identificação que possam provar se você é quem diz ser. Seu contador precisará do seu número de seguro social. Por outro lado, todos os anos, a Receita Federal envia de volta centenas de declarações de impostos porque os nomes e números da previdência social no formulário não coincidem.

Você também pode trazer uma segunda forma de identificação. Pode ser carteira de motorista, carteira de identidade militar ou qualquer outra coisa com foto emitida pelo estado.

2. LEVE AO SEU CONTADOR SUA DECLARAÇÃO FISCAL MAIS RECENTES

Embora você possa não se qualificar para as mesmas deduções fiscais ou baixas do ano passado, fornecer ao seu contador o retorno do ano anterior pode ajudá-lo a acessar as informações e calcular certas deduções sem ter que ligar para você toda hora. Por outro lado, se você estiver se reunindo com um novo contador, esta é uma boa chance para discutir problemas que possam existir entre as declarações de impostos anteriores e qual deve ser sua melhor abordagem.

3. DECLARAÇÕES DE RECEITAS ADICIONAIS

Em primeiro lugar, você obteve outras fontes de receita durante o ano? Talvez você tenha algum bônus de juros e dividendos, renda de desemprego ou renda de seguridade social. Por outro lado, se for possível, você deve receber declarações para cada uma dessas fontes de receita que também precisará levar ao seu contador.

4. DOCUMENTAÇÃO DE PROPRIEDADES

Há muitas deduções para as quais você pode ser elegível. Traga todos os documentos relativos à compra recente de uma casa. Comprovante de hipoteca paga ou juros de empréstimo ou comprovante de pagamento de impostos imobiliários e de propriedade pessoal pagos.

5. POR FIM, LEVE AO SEU CONTADOR DOCUMENTAÇÃO DE DESPESAS PARA O IMPOSTO DE RENDA

Para obter suas deduções e créditos, você deve entregar a documentação que comprove suas despesas no ano para o qual está declarando os impostos. Portanto, traga recibos, faturas, contas médicas, doações a caridade, doações de impostos, despesas de procura de emprego, registros de viagens, despesas educacionais, despesas de trabalho autônomo e muito mais para seu contador. É melhor ter muita documentação para fornecer do que pouca.

POR QUE CONTRATAR UM CONTADOR PARA TE AJUDAR COM O IMPOSTO DE RENDA?

Um software financeiro de fácil uso torna cada vez mais fácil gerenciar as finanças da sua prática por conta própria. No longo prazo, entretanto, o uso eficaz de um contador pode gerar dividendos.

Então, um bom contador fará mais do que controlar os recibos e equilibrar o talão de cheques. Além de oferecer orientação sobre como certos itens devem ser classificados na declaração de impostos. Por outro lado, seu contador irá analisar dados financeiros e gerar dados para a preparação de impostos, tomada de decisões e muito mais.

Por fim, você pode manter os custos ​​fazendo você mesmo a parte simples e a preparação de documentos. Peça ao seu contador para treinar você, um membro de sua equipe. E aconselhá-lo sobre os melhores formatos de manutenção de registros a serem usados. Então, criar e aderir a um sistema de registros reduz a quantidade de tempo. Tempo que seu contador precisará gastar.

A importância de automatizar os processos manuais no seu negócio

Conforme a tecnologia continua inovando, as empresas que desejam permanecer competitivas precisam usar essas ferramentas de automação, que podem melhorar muito seus negócios, como o uso de software e outros sistemas para desenvolvedores.

Portanto, se você é um empreendedor e está em busca do crescimento organizacional, descubra a importância de realizar a automação dos processos manuais da sua empresa. Confira agora mesmo!

Principais benefícios

Um dos maiores desafios no ambiente organizacional e no ponto de vista do gestor é melhorar a eficiência do trabalho da equipe sem abrir mão da qualidade dos serviços prestados. No entanto, se isso era uma tarefa complicada no passado, agora é mais fácil usar os softwares e outros sistemas de automação, dependendo do segmento de cada empresa.

Para manter a qualidade do empreendimento e os rumos dos negócios, a satisfação do cliente deve ser uma prioridade, mas quando os processos são manuais, os gestores acabam por esquecer algumas tarefas essenciais, e consequentemente tem um impacto negativo na relação com os clientes.

Porém, com a automação dos processos, a equipe trabalha com muito mais qualidade, o que gera um aumento na produtividade e implica também para a satisfação da base de clientes que já possuem fidelidade com os seus serviços.

Integridade funcional

Com o contínuo desenvolvimento da inovação e dos negócios globais, é necessário ganhar maior competitividade no mercado. Nesse sentido, a automação comercial é essencial para atingir esse objetivo. Ao implementar essa inovação em sua empresa, você pode alcançar muitas vantagens competitivas.

Discutimos um dos pontos principais aqui, que é a competitividade, mas precisamos enfatizar alguns dos outros benefícios. Outro fator essencial é a agilidade e operacionalização dos serviços. Quando o processo é automatizado, torna-se mais rápido e prático os procedimentos.

Por exemplo, a verificação dos dados não depende da análise da planilha, mas das telas do software. Outra vantagem é a redução de falhas. Isso ocorre porque os profissionais podem se concentrar em atividades mais estratégicas.

Ou seja, estamos lidando com funções padronizadas, desempenhadas através da tecnologia, os processos automatizados reduzem muito a chance de erros manuais.

As pessoas têm mais tempo para realizar ações mais estratégicas porque não estão dedicadas apenas para realizar tarefas operacionais que consomem recursos da empresa.

Outro benefício é a redução de custos. O uso da tecnologia torna o processo mais barato porque o tempo reduzido significa, por exemplo, menos recursos alocados nas tarefas, sem falar no retrabalho e outros problemas.

Conforme mencionado anteriormente, o erro humano pode levar a perdas financeiras da empresa. Nesse sentido, quando opta por automatizar o processo de gestão, elimina todos esses custos possíveis, garantindo a saúde e estabilidade financeira da empresa.

Essa abordagem também pode tomar melhores decisões de gerenciamento, como a compra eficaz de matérias-primas e estoque, evitando perdas de negócios desnecessárias.

Por fim, a automação aumenta a capacidade de produção, reduzindo o custo de contratação e manutenção de grandes equipes. Com isso, os recursos podem ser melhor utilizados, para que você invista em estratégias que tragam melhores resultados no mercado.

A importância de automatizar os processos manuais no seu negócio

Conforme a tecnologia continua inovando, as empresas que desejam permanecer competitivas precisam usar essas ferramentas de automação, que podem melhorar muito seus negócios, como o uso de software e outros sistemas para desenvolvedores.

Portanto, se você é um empreendedor e está em busca do crescimento organizacional, descubra a importância de realizar a automação dos processos manuais da sua empresa. Confira agora mesmo!

Principais benefícios

Um dos maiores desafios no ambiente organizacional e no ponto de vista do gestor é melhorar a eficiência do trabalho da equipe sem abrir mão da qualidade dos serviços prestados. No entanto, se isso era uma tarefa complicada no passado, agora é mais fácil usar os softwares e outros sistemas de automação, dependendo do segmento de cada empresa.

Para manter a qualidade do empreendimento e os rumos dos negócios, a satisfação do cliente deve ser uma prioridade, mas quando os processos são manuais, os gestores acabam por esquecer algumas tarefas essenciais, e consequentemente tem um impacto negativo na relação com os clientes.

Porém, com a automação dos processos, a equipe trabalha com muito mais qualidade, o que gera um aumento na produtividade e implica também para a satisfação da base de clientes que já possuem fidelidade com os seus serviços.

Integridade funcional

Com o contínuo desenvolvimento da inovação e dos negócios globais, é necessário ganhar maior competitividade no mercado. Nesse sentido, a automação comercial é essencial para atingir esse objetivo. Ao implementar essa inovação em sua empresa, você pode alcançar muitas vantagens competitivas.

Discutimos um dos pontos principais aqui, que é a competitividade, mas precisamos enfatizar alguns dos outros benefícios. Outro fator essencial é a agilidade e operacionalização dos serviços. Quando o processo é automatizado, torna-se mais rápido e prático os procedimentos.

Por exemplo, a verificação dos dados não depende da análise da planilha, mas das telas do software. Outra vantagem é a redução de falhas. Isso ocorre porque os profissionais podem se concentrar em atividades mais estratégicas.

Ou seja, estamos lidando com funções padronizadas, desempenhadas através da tecnologia, os processos automatizados reduzem muito a chance de erros manuais.

As pessoas têm mais tempo para realizar ações mais estratégicas porque não estão dedicadas apenas para realizar tarefas operacionais que consomem recursos da empresa.

Outro benefício é a redução de custos. O uso da tecnologia torna o processo mais barato porque o tempo reduzido significa, por exemplo, menos recursos alocados nas tarefas, sem falar no retrabalho e outros problemas.

Conforme mencionado anteriormente, o erro humano pode levar a perdas financeiras da empresa. Nesse sentido, quando opta por automatizar o processo de gestão, elimina todos esses custos possíveis, garantindo a saúde e estabilidade financeira da empresa.

Essa abordagem também pode tomar melhores decisões de gerenciamento, como a compra eficaz de matérias-primas e estoque, evitando perdas de negócios desnecessárias.

Por fim, a automação aumenta a capacidade de produção, reduzindo o custo de contratação e manutenção de grandes equipes. Com isso, os recursos podem ser melhor utilizados, para que você invista em estratégias que tragam melhores resultados no mercado.

3 estratégias de vendas que todo empreendedor precisa saber

Vender não é tarefa fácil, não é mesmo? Pensando nisso, preparamos algumas dicas para te ajudar com três estratégias de vendas super importantes. Confira:

Marketing de Relacionamento

Com a competitividade do mercado se acirrando cada vez mais, a esmagadora maioria dos empresários de sucesso já está compreendendo a importância de solidificar um alicerce que diferencie sua marca aos olhos do público consumidor.

Graças a esse cenário, uma estratégia de fidelização da clientela se tornou indispensável: o chamado Marketing de Relacionamento. Você já ouviu falar disso?

Marketing de Relacionamento nada mais é do que um conjunto de táticas para criar uma relação de proximidade com os clientes e com os compradores em potencial.

Para isso, a empresa precisa se tornar uma presença positiva no cotidiano de seu público-alvo. Isso pode ser feito por meio de uma dinâmica inteligente e personalizada de atendimento ao cliente, e pela oferta de benefícios, brindes e exclusividades.

Dessa forma, os fregueses criam uma relação diferenciada com o seu negócio, como se fossem fãs da sua marca. E fãs, é claro, seguem fiéis à sua empresa por um longo tempo.

Para começar a apostar no Marketing de Relacionamento, é muito importante que essa estratégia seja incorporada a todo o processo de vendas do empreendimento.

É essencial que o cliente sinta o diferencial no acolhimento e no carinho com que é recebido desde o primeiro contato, seja por telefone, e-mail ou presencialmente.

Durante todo o fluxo de vendas, é crucial manter o mesmo tom. Para isso, é essencial que todos os colaboradores estejam alinhados com a tática de vendas, e dispostos e vestir a camisa.

Acompanhamento pós-venda

Na esteira do Marketing de Relacionamento, as estratégias de pós-venda são cruciais para fidelizar clientes que já finalizaram uma compra, e não devem ser esquecidos pela equipe de vendas, pois podem retornar e efetuar outras operações se forem acompanhados corretamente.

Isso é feito por meio de esforços para demonstrar que, mesmo após a finalização da compra, sua empresa ainda pode continuar contemplando as necessidades do cliente e solucionando suas dores.

Essa estratégia pode ser colocada em prática por meio da oferta de serviços complementares correlatos, como manutenção, suporte e plantões de dúvidas, por exemplo.

Além disso, também é possível optar por vias mais diretas, como a realização de apresentações, telefonemas e a inclusão público-alvo em ciclos de e-mail marketing, apenas para citar algumas possibilidades.

SPIN selling

SPIN selling é uma estratégia de vendas cujo nome representa um acrônimo:

S, de Situação;

P, de Problema;

I, de Implicação;

N, de Necessidade.

Dentro dessa metodologia, esses quatro pilares representam tudo que um bom vendedor precisa fazer, dentro de seu processo de vendas, para conseguir concretizar um negócio com maior velocidade.

Toda essa jornada de consumo é baseada em estratégias para entender o que seu cliente precisa e oferecer a ele.

Assim, sua empresa pode ficar preparada para vender soluções, conhecendo de antemão exatamente o que o público-alvo quer, aumentando a taxa de sucesso e conversão, além de aumentar o valor do ticket médio de cada aquisição.

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10 tendências de negócios para a pós-pandemia (Parte 2)

5. Conexões mais humanizadas e a família em primeiro lugar

Quem nunca enfrentou uma situação exótica ou engraçada numa reunião virtual? Você está lá falando, e de repente, aparece seu cachorro. Ou do outro lado, aparece uma menininha do lado da sua interlocutora, dizendo: “mamãe?”

Nesta pandemia, cruzamos a linha do que é aceitável ou não em etiqueta profissional. Mas acabamos rindo, nos identificando e nos unindo ainda mais com a situação. Esses momentos íntimos geram conexões mais profundas e significativas entre nós como seres humanos.

Por que não pode ser sempre assim, quer com os colegas, quer com os clientes, com os investidores e com os fornecedores?

Certamente sairemos desta pandemia mais humanizados nas nossas relações e a ética corporativa não aceitará mais a frieza, a impessoalidade, a encenação ou falta de autenticidade.

Empresas que tiveram práticas de responsabilidade social e fizeram investimentos sociais e filantropia empresarial durante a COVID19, de forma autêntica e espontânea, fidelizaram seus clientes e mantiveram-se presente nas comunidades durante a crise por solidariedade. Estas marcas foram cidadãs de fato e criaram conexões humanizadas.

Talvez nunca antes o ser humano e a família tenham sidos tão valorizados como nesta pandemia. Por exemplo, o movimento solidário “Não Demita” contou com a adesão de 4 mil empresas, como Bradesco, Vivo, Boticário e Magalu. Até maio, ele evitou a demissão de 2 milhões de pessoas até maio.

Houve maior solidariedade, humanismo e consciência social – comportamentos que irão se intensificar na pós pandemia.

Diariamente, a solidariedade e filantropia empresarial foi objeto de quadros nos noticiários noturnos da Rede Globo e CNN, relatando as práticas de inúmeras empresas que se empenharam para produzir e doar álcool em gel, máscaras, alimentos e seus próprios produtos para hospitais e comunidades.

“Um dos legados da pandemia é que o futuro do ser humano é o ser humano”, disse Luiz Rasquilha, da Inova Consulting.

6. Mais investimentos em sustentabilidade empresarial

O Planeta nunca esteve tão verde quanto nesta pandemia. As crianças de Nairobi conseguiram finalmente ver o topo do Kilimanjaro no horizonte e tartarugas e golfinhos apareceram nas praias do Rio de Janeiro. Pudemos ver que é possível mudar nossa forma de viver, trabalhar, produzir e consumir. Talvez possamos reverter a crise planetária e investir pesado em energias renováveis.

Segundo Melinda Gates, “A gente tem que fazer mais do que só superar o vírus, para gente se recuperar de verdade desta pandemia, a gente tem que consertar tudo que está quebrado”.

Nas cidades que estão reabrindo, como as da Europa, já se percebe uma preocupação com a remodelação da forma como as pessoas se locomovem, do distanciamento social e dos espaços físicos. Compartilhamento de caronas, bicicleta e scooters tenderão a substituir automóveis em áreas centrais.

Segundo o Credit Suisse, uma das seis megatendências de investimento é “mudanças climáticas – descarbonização da economia”. Muitas empresas, inclusive tradicionais, estão produzindo carnes vegetais e se beneficiando destes investimentos. Estima-se para este ano queda de até 7% na emissão mundial de CO2.

7. Mudanças na logística e flexibilidade na Cadeia de Suprimentos

Com o bloqueio das fronteiras, a questão de transporte impactou dramaticamente a logística global durante a crise.

O padrão de várias décadas de terceirização global da cadeia de suprimentos de diversas empresas ocidentais de fabricar seus insumos e peças originais na Ásia, por razões de barateamento de custos, acabou quebrando inúmeras empresas durante a pandemia por falta de transporte e fechamento de várias empresas. Para prevenir estes riscos no futuro, as empresas e governos deverão ter seus fornecedores mais próximos de casa. Assim, a tendência deverá ser de alocação regional ou nacional de pólos de produção ou planos de maior resiliência operacional.

Por exemplo, na questão de respiradores para a COVID19, o Brasil se mostrou totalmente despreparado para suprir a escassez via produção local. Totalmente dependente de importação de componentes ou de produtos completos da Ásia, acabou perdendo a concorrência internacional para suprir a quantidade que precisava.

8. Glocalização e ruptura no modelo tradicional de manufatura

Estamos falando, portanto, de uma ruptura no modelo tradicional de fábricas centralizadas com mão de obra barata do outro lado do mundo.

O modelo de fábrica pós pandemia é, mais do que nunca, o da Indústria 4.0, onde ela é controlada por softwares que coordenam robôs inteligentes para customizar os pedidos dos clientes e manufaturar, com um sistema de entrega localizado de fornecedores, em pequenas ou médias instalações físicas, o bem desejado.

Em suma, fábricas, manufatura e cadeias de suprimentos exigirão um modelo muito mais resiliente por meio de nearshoring e até onshoring, automação completa e gerenciamento baseado em software.

Tecnologias como Big Data, Computação em nuvem, IoT e Blockchain estão construindo cadeias de suprimento mais resilientes para o futuro, permitindo precisão dos dados e incentivando o compartilhamento de informações. Imagine, por exemplo, um respirador ser produzido num lugar e impresso fisicamente em outro graças a impressão 3D.

Esta tendência foi bem abalizada na entrevista dada pelo renomado sociólogo Jeremy Rifkin, autor de “O Fim dos Empregos” a Revista Telos, em abril: “A globalização acabou, devemos pensar em termos de glocalização. Esta é a crise de nossa civilização, mas não podemos continuar pensando na globalização como hoje, pois são necessárias soluções glocais para desenvolver infraestruturas de energia, comunicação, transporte e logística…”

9. Encasulamento e maior consciência do consumidor

O termo cocooning foi cunhado pela consultora de marketing Faith Popcorn em seu livro “O Relatório Popcorn” (2006), um bestseller com 16 megatendências, que iniciava com a previsão que as pessoas viveriam mais em casa no início deste século. A COVID19 resgatou esta tendência de encasulamento.

As compras nos supermercados de rua e restaurantes desabaram em até dois terços nos grandes centros globais. Agora, que algumas cidades no hemisfério norte estão reabrindo, já se nota algumas tendências nos hábitos dos consumidores. Uma pesquisa feita pela Hunter nos EUA em maio mostrou que 54% dos americanos estão cozinhando mais do que antes da pandemia. Com as pessoas comendo mais em casa, as idas aos restaurantes irão diminuir.

Segundo uma pesquisa da McKinsey feita em maio, o consumidor também passou a repensar seus hábitos de consumo. Dois terços dos consumidores acham mais importante do que antes limitar impactos de mudanças climáticas e cerca de 60% estão fazendo mudanças significativas de estilo de vida para reduzir o impacto no meio ambiente. A pesquisa revela que os consumidores costumam repensar como a sustentabilidade deve ser incorporada a proposta de valor da marca e dos negócios e qual o propósito das empresas em suas decisões.

Ela sugere também o aumento da infidelidade as marcas, sendo que até 40% estão comprando novas marcas. Na Europa, entre consumidores da GenZ e Millenials, 50% estão comprando produtos mais baratos do que antes da crise. As pessoas tenderão a comprar cada vez mais o essencial e não os supérfluos.

A busca por produtos essenciais e de maior necessidade deverá se manter na pós pandemia. O novo normal deverá ser “consumo sem excessos”, expressão usada pela estilista Letícia Gonzaga em entrevista recente ao Correio Braziliense referindo-se ao consumo de moda.

10. Valorização do que realmente importa

A proposta de Greg McKeown, em seu bestseller “Essencialismo: A disciplinada busca por menos” parece ter sido escrita pensando na vida pós pandemia. Uma das coisas que talvez todos concordemos é que o mundo nunca mais será o mesmo depois desta crise.

A COVID19 provocou uma ruptura forçada na humanidade e não nos deu opção. Impôs uma “pausa” no planeta inteiro e fez todos os seres humanos pensarem somente em uma coisa: sua sobrevivência. Revelou nossa fragilidade.

Assim, ela forçou profunda reflexão em CEOs, trabalhadores, cidadãos e políticos. Sobre nosso modo de viver, trabalhar, produzir e consumir.

Em plena quarentena, um fato que parecia normal (a morte de um cidadão negro por um policial nos Estados Unidos) levou milhões de pessoas as ruas por vários dias em dezenas de cidades ao redor do mundo para protestar, mesmo correndo risco de ficarem infectadas. A indignação por falta de respeito ao outro e o antirracismo se espalhou rapidamente, como o vírus. Na pós pandemia, a sociedade aceitará menos o desrespeito e a desigualdade.

Como disse o empresário Nizan Guanaes em recente entrevista para CNN, “Cada um de nós tem que ser um estadista, deixar um pouco pra lá o lado em que a gente acredita para nos ajudarmos como raça humana”. Ele celebra a utopia e a esperança dos novos líderes, como sugere em outro momento.

Segundo a pesquisa da McKinsey, “mudanças profundas em valores e mentalidades estão definindo novos comportamentos”, entre eles: (re)conexões afetivas, consciência ao consumir e planeta e sociedade em primeiro lugar.

Consolida-se abordagens recentes tais como capitalismo consciente, gestão baseada em valores, busca por propósito e sentido nas organizações, que certamente serão valorizados ainda mais nos negócios na pós pandemia.

Provavelmente, muitos estão reunindo suas equipes e reavaliando suas estratégias, valores e comportamento neste momento. Relembrando ou rediscutindo o propósito de suas organizações. Mas uma coisa é certa: depois que esta pandemia passar, enxergaremos o outro com um olhar diferente!

Como propaga o Fórum Econômico Mundial (WEF), a visão de um mundo sustentável, onde além do lucro, as empresas busquem o bem estar social e a preservação do planeta. Ou seja, a visão socioeconômica repensa o modelo capitalista e propõe um modelo de economia circular, baseada em proposito e consciente, na qual o planeta é o centro.

Fonte: https://administradores.com.br/

10 tendências de negócios para a pós-pandemia (parte 1)

Há quase cinco meses um novo vírus devastador parou o Brasil. Desde então, todos nós passamos grande parte do tempo tentando se acostumar com a mudança radical no estilo de vida que a COVID19 nos trouxe. Agora, começamos a pensar sobre a reabertura em algumas cidades e como será a vida, os negócios e o trabalho depois da pandemia.

A COVID19 irá mudar para sempre nossa maneira de viver, trabalhar e consumir. Pesquisando diversos artigos e estudos internacionais e nacionais, descobrimos que o vírus quebrou a resistência ou acelerou algumas tendências que já estavam em ascensão, como a transformação digital, o consumo consciente e o home office e nos traz alguns insights sobre o futuro.

As tendências que apresentamos a seguir constituem a análise do que acreditamos moldará os negócios no novo normal pós COVID19:

1. Trabalhar e estudar em casa

Segundo Matthew Prince, CEO da Cloudflare, a pandemia levou o maior percentual de trabalhadores da história para o home office. Enquanto pais trabalham, filhos estudam pela Internet, elevando o padrão de tráfego digital a patamares jamais vistos.

Os empregadores e as escolas tiveram que ser flexíveis na maneira como respondem às necessidades dos colaboradores e alunos por meio de tecnologias mais dinâmica e baseadas na nuvem. Milhares de pessoas tiveram que aprender rapidamente a utilizar ferramentas como Zoom, Microsoft Teams, Skype e outros aplicativos de trabalho remoto, que continuarão em muitas atividades depois da pandemia.

Por exemplo, na atividade de recrutamento e seleção de pessoas, entrevistas preliminares poderão ser feitas a distância e em massa, por meio de videoconferência, assim como na área de contratação de fornecedores. Igualmente, muitas reuniões de trabalho poderão ser opcionalmente ser feitas de modo remoto, pois se mostraram muito mais objetivas durante a pandemia. As videoconferências e treinamentos corporativos a distância se multiplicarão ainda mais.

Nos EUA, uma pesquisa do Censo Trabalhista revelou que 30% dos trabalhadores são qualificados para o trabalho remoto. Outra pesquisa da Gartner com mais de 200 CFO´s de grandes corporações nos EUA afirma que eles planejam remanejar 20% de sua força de trabalho para o home office permanentemente após a pandemia. O que favoreceria 44% de trabalhadores americanos que também preferem o home office, segundo um estudo do The Cambridge Group. O CEO do Twitter, Jack Dorsey, já decidiu que a maioria de seus colaboradores poderão trabalhar em casa até 2021.

Muitas escolas também perceberam que parte de seus cursos podem ser dados virtualmente, à distância, trazendo novas possibilidades pedagógicas e democratização do ensino. Por exemplo, a oferta de cursos EAD no Ensino Superior no Brasil cresceu 50% em 2018.

2. Menor densidade e redução de espaços

Além da densidade causada pelo home office, sobretudo no setor de serviços, a experiência da COVID19 afetou também a preocupação com a segurança sanitária no ambiente de trabalho. Isso demandará, entre outras ações, maior distanciamento físico entre os profissionais. Será o fim das baias apertadas?

Aqui temos uma questão ambígua a ser resolvida: ao mesmo tempo que se precisará de mais espaço nas estações de trabalho, poderemos ter menos pessoas no ambiente profissional. Portanto, menor demanda por espaço físico.

Entretanto, empresas que atendem o público, quanto mais populares, precisarão ter mais espaço para o cliente, pois haverá a necessidade do distanciamento social entre eles.

Executivos e investidores já começaram a perceber que os espaços tenderão a ser menos densos, pois os consumidores procurarão por lugares com menor aglomeração.

Assim, muitas instalações e negócios deverão rapidamente remodelar seus leiautes para se adequar a nova proposição de valor e modelos de negócios do novo normal. Escala, que antes era um ativo competitivo vantajoso, poderá ser cada vez mais um risco. Espaços amplos, dispendiosos e sem utilidade tenderão a desaparecer.

Os serviços de coworking, modelo crescente antes da pandemia, também se enquadrará nestas adaptações. Segundo a Bloomberg, a WeWork, por exemplo, fechou mais de 100 prédios na China e está passando por reestruturação em várias regiões.

Do mesmo modo, modelos de negócio tradicionalmente baseados em ganhos de escala como o setor de aviação, hotelaria e até mesmo o de ensino superior, onde o lucro resultava da ocupação de espaços, precisarão rever suas estratégias de negócio, desde a utilização de ativos, economias de escala e racionalização para um mundo mais compacto – uma tendência que cria sinergia com a inclinação pela necessidade de consumo sustentável e de outras tendências.

3. Aumento da nuvem e migração digital

A aceleração da transformação digital é talvez a maior tendência da pós pandemia. As empresas que sobreviverão terão sido as que rapidamente se moveram para o ambiente digital antes e durante a pandemia.

A revisão de processos e a informatização foram a primeira onda da transformação das organizações para o mundo virtual. Agora, a utilização de espaços em nuvem, o big data, a ciência de dados, a interconectividade e a segurança da informação, ou seja, a completa transformação digital do negócio, serão determinantes para a sobrevivência no futuro.

Segundo a Inova Consulting, a pandemia intensificou dramaticamente a conectividade e a revolução tecnológica, conhecida como Infotech. Passamos a fazer tudo pela Internet e redes sociais. A mobilidade digital crescerá mais do que a mobilidade física daqui para frente, quebrando todas as fronteiras, impulsionando ainda mais a 4ª. Revolução Industrial.

Ela está transformando a dinâmica dos negócios, o mundo científico, as cadeias de valor e suprimentos, a educação e formação, o bem estar e o entretenimento das pessoas. De acordo com a consultoria, antes da metade desta década, a internet estará ao alcance de todos os habitantes do planeta.

As vendas online também vão intensificar o crescimento do pagamento digitalizado e o delivery, inclusive robotizado. Os gigantes chineses do comércio eletrônico, por exemplo, já estão acelerando o desenvolvimento de entregas por robôs e a Amazon utilizando drones.

No primeiro semestre deste ano, as vendas online no Brasil aumentaram 65,7% em relação a 2019, segundo a ABCoom. Uma ação solidária exemplar durante a pandemia foi feita pela Magalu, em parceria com o SEBRAE, que lançou o PARCEIRO MAGALU, uma plataforma digital de vendas para ajudar micro e pequenos varejistas e profissionais autônomos a manter seus negócios no ambiente de marketplace e obter renda durante a crise.

4. Toda organização será, de algum jeito, digital

As pessoas nunca usaram tanto o digital. Aniversários, happy hours e casamentos virtuais criaram um novo normal de celebração. Terapias, fisioterapias, cursos e atendimentos diversos puderam ser transformados pelo meio digital. Os clientes irão optar mais por isso no futuro.

De acordo com Michael Hendrix, sócio e diretor global de design da Ideo, “o vírus parece um acelerador de mudanças digitais que já estava em andamento. . . a surpresa foi ver a resistência a essa mudança digital evaporar de repente. O que as organizações resistiram por uma década agora é essencial para a sobrevivência e a inovação. É emocionante, porque essa mentalidade digital persistirá e é altamente improvável que as empresas tentem voltar ao que funcionou antes da pandemia”.

A pandemia não acabará com as lojas físicas. Mas elas nunca mais serão as mesmas.

As pequenas empresas que historicamente contam com o tráfego de pedestres como sua principal fonte de renda deverão desenvolver fluxos de receita alternativos se quiserem manter os consumidores na pós pandemia.

Por exemplo, muitos restaurantes podem se conectar permanentemente com plataformas de serviços de entrega ou expandir seu alcance geográfico por meio de cozinhas virtuais, e farmácias podem ter uma presença on-line que vai além de seus bairros locais por meio de WhatsApp.

Segundo uma pesquisa do SEBRAE de junho, 13% de micro e pequenas empresas rapidamente se adaptaram durante a pandemia, somando-se as 47% de empresas que já tinham canais de vendas eletrônicas por meio de redes sociais, aplicativos e internet.

Fonte: Fonte: https://administradores.com.br/

 

Na próxima semana continuaremos com o restante das tendências. Até breve!

Entenda como funcionam os benefícios fiscais

Para abrir uma empresa, é fundamental que o empreendedor tenha clareza de seus objetivos, metas e realize uma análise de mercado. Isso exige:

– Criação de um modelo de negócio;

– Estabelecimento de cronogramas;

– Resolução de problemas burocráticos;

– Realização de um Planejamento Orçamentário e Tributário.

O Planejamento Tributário é um mecanismo utilizado pela empresa para possibilitar a redução da sua carga tributária, por meios legais, tornando-se indispensável, por permitir que a instituição se organize e encontre um modo de aproveitar todos os incentivos fiscais disponíveis.

Através do incentivo fiscal, o Estado oferece uma condição diferenciada a uma empresa, com o intuito de atraí-la e, assim, promover a movimentação da economia, por meio da geração de emprego e renda.

O que são os benefícios fiscais?

Os benefícios fiscais são ofertados pelo governo, nas esferas federal, estadual e municipal. Também existem os incentivos setoriais, que beneficiam uma empresa pelo espaço geográfico em que está inserida, que podem ser assegurados através da:

– Dedução;

– Compensação;

– Eliminação;

– Isenção;

– Entre outros modelos de redução de carga tributária.

Quando uma empresa é contemplada por algum desses formatos, precisa destinar uma parcela dos impostos, que seriam pagos ao Governo, à projetos de cunho social.

Primeiramente, a empresa deverá averiguar em qual dos regimes tributários se enquadra, que podem ser o Lucro Real, o Lucro Presumido e o Simples Nacional. Para isso, é preciso levar em consideração:

– Faturamento anual;

– Despesas operacionais;

– Serviços tomados pelo negócio;

– Margem de lucro;

– Despesas com folhas de pagamento;

– Dentre outros itens.

Como funcionam os incentivos?

Incentivos federais estão disponíveis para empresas encontradas em qualquer lugar do Brasil. Para ter acesso aos benefícios, o pré-requisito básico é que o negócio seja tributado pelo regime de Lucro Real.

Entre os impostos federais com o maior índice de alíquota reduzida, podemos destacar o IRPJ (Imposto de Renda de Pessoa Jurídica), CSLL (Contribuição Social pelo Lucro Líquido), IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), PIS (Programa de Integração Social) e o COFINS (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social).

Benefícios fiscais cedidos pelos governos estaduais estão restritos às empresas localizadas em cada uma das unidades federativas.

Cada estado é autônomo para decidir como fazer o rompimento dos incentivos e quais serão as regras aplicada. Como exemplo podemos citar o Programa de Incentivo ao investimento pelo fabricante de produtos da indústria de processamento eletrônico de dados (Pró-Informática) do estado de São Paulo, o Programa de Desenvolvimento da Empresa Catarinense (Prodec) do estado de Santa Catarina e o ProAC-ICMS, uma modalidade de programa de fomento paulista que funciona por meio de patrocínios incentivados e renúncia fiscal.

Assim como os benefícios estaduais, os incentivos fiscais municipais são determinados pelas administrações das cidades, que podem ser conferidos pela Secretaria Municipal da Fazenda. Um dos exemplos mais clássicos desse tipo de incentivo é o abatimento no valor do IPTU.

Além das áreas de atuação que serão destinados aos fundos, existem outros fatores que diferenciam cada um, como o tributo usado para o abatimento, o teto percentual que poderá ser destinado para algum fim e a dedução máxima prevista por lei.

Influência dos incentivos fiscais no orçamento da empresa

A quantidade dos tributos pode, de fato, ter impacto nas finanças de uma empresa, daí a necessidade de ficar atento e aproveitar o máximo de benefícios fiscais. Uma administração eficiente do custo tributário pode representar a sobrevivência de muitas empresas e deve começar na elaboração do orçamento.

Um Planejamento Tributário sólido e de acordo com as estratégias do negócio reflete diretamente no sucesso da empresa, pois reduz os custos, sem interferência na qualidade do produto ou serviço prestado.

Além de controlar o fluxo de caixa, tendo em vista que o pagamento de tributos pode ser feito de várias maneiras após o recebimento de venda. Também contribui para a escolha adequada do regime tributário, aumenta a competitividade da empresa e reduz a chance de autuações fiscais.

Como não existem custos para esse tipo de operação, essa é uma boa saída para as empresas e, conforme já citado, a obtenção de um incentivo beneficia positivamente a imagem de um negócio.

Quando se trata de crescimento e consolidação de uma empresa, os incentivos fiscais são muito bem-vindos, principalmente quando se refere aos mecanismos que auxiliam no desenvolvimento do mercado.